Em 1Coríntios 11, Paulo declarou: “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha”(1Co 11.26). Pense nisso por um momento. O único incidente em Seu ministério que Jesus escolheu para ser preservado e lembrado foi a Sua morte. É interessante que sempre que Ele realizava um milagre, Ele nunca dizia: “Construa um altar aqui para que você não se esqueça do que Eu fiz”. Não, na verdade Ele sempre fez exatamente o oposto. Frequentemente Jesus dizia: “Não diga a ninguém sobre isso…”. Mas com relação a Sua morte foi totalmente diferente. Podemos nos esquecer de tudo o que Ele fez, podemos não nos lembrar dos milagres, mas não podemos esquecer-nos da Sua morte.

Então, Jesus usou a Ceia para que pudéssemos nos lembrar de que Ele morreu pelos nossos pecados. É através da morte de Cristo que somos redimidos dos nossos pecados. Ao morrer Jesus levou nossos pecados sobre si mesmo e morreu em nosso lugar.[1]

Ao participarmos da Ceia, devemos nos lembrar de que a morte de Jesus foi uma grande troca. Ele morreu para que pudéssemos viver. A Ceia nos lembra de que o nosso Deus Santo enviou o Seu único Filho para que pecadores, como eu e você, alcançássemos o perdão dos pecados e a vida eterna.

Assim, a morte de Jesus é algo que nunca devemos esquecer. O pão e o cálice da nova aliança são destinados a nos lembrar de que na cruz do Calvário, Jesus morreu em nosso lugar. Ele morreu para que pudéssemos viver eternamente.

[1] A Ceia é também chamada de Comunhão em 1Coríntios 10.16, e a Eucaristia, que significa “a ação de graças”. Jesus Cristo tomou o cálice e o pão – os ingredientes de uma refeição comum na sua época e transformou em uma experiência espiritual significativa para os fiéis. Wiersbe, W. W. (1996). The Bible exposition commentary (Vol. 1, p. 605). Wheaton, IL: Victor Books.